11 de set. de 2008

Uma ótima música para abordar a discriminação racial.
Do grupo, O Rappa: Todo Camburão tem um pouco de Navio Negreiro.

Tudo começou quando a gente conversava
Naquela esquina alí
De frente àquela praça
Veio os homens
E nos pararam
Documento por favor
Então a gente apresentou
Mas eles não paravam
Qual é negão? qual é negão?
O que que tá pegando?
Qual é negão? qual é negão?
É mole de ver
Que em qualquer dura
O tempo passa mais lento pro negão
Quem segurava com força a chibata
Agora usa farda
Engatilha a macaca
Escolhe sempre o primeiro
Negro pra passar na revista
Pra passar na revista
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
É mole de ver
Que para o negro
Mesmo a aids possui hierarquia
Na áfrica a doença corre solta
E a imprensa mundial
Dispensa poucas linhas
Comparado, comparado
Ao que faz com qualquer
Figurinha do cinema
Comparado, comparado
Ao que faz com qualquer
Figurinha do cinema
Ou das colunas sociais
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


Questões que podem ser analisadas:
* Você acha que essas cenas são comuns em nosso país? Por quê?
* Descreva com suas palavras a situação relatada no rap?
* O que significa a frase: “Mesmo a AIDS possui hierarquia”?
* Escreva um parágrafo explicando o título do texto dessa letra.
* A escravidão no Brasil foi definitivamente abolida em 13 de maio de 1888, através de um decreto da princesa Isabel. No entanto, a abolição não transformou os recém- libertos em cidadãos… Por quê? Poderia ter sido diferente? Explique .

Adaptado do livro “O jogo da História”, de Flávio de Campos, Lídia Aguiar, Regina Clara e Renan Garcia Miranda.
Qual música é a mais indicada?
Músicas com ritmo muito marcante, não servem para o relaxamento, como por exemplo, o rock. O ritmo do rock é constante, ao passo que no relaxamento, a tendência é diminuir o pulso e o ritmo da respiração.
Cada ritmo musical produz um trabalho e um resultado diferente no corpo. Assim há músicas que provocam nostalgia, outras alegria, outras, tristeza, outras melancolia, etc.
Alguns tipos de música podem servir de guia para as necessidades de cada pessoa. Bach, por exemplo, pode ajudar muito no aprendizado e na memória, Rossini, com Guilherme Tell e Wagner, com as Walkirias, ajudam especialmente no tratamento de pacientes com depressão. As valsas de Strauss podem contribuir e muito, para os momentos em que se necessita um maior relaxamento, estando bem indicadas para salas de parto. As marchas são um tipo de música que transmite energia, tão importante e escassa em áreas hospitalares de pacientes em convalescença.
Um bom exemplo disso tem sido o uso da musicoterapia, no auxílio do tratamento da doença de Alzheimer. Doença de caráter progressivo e degenerativo tem, entre seus primeiros sinais, o esquecimento, a dificuldade de estabelecer diálogos, as mudanças de atitude e a diminuição da concentração e da atenção. A musicoterapia ajuda a estimular a memória, a atenção e a concentração, o contato com a realidade e o esforço da identidade. Trabalha-se ainda a estimulação sensorial, a auto-estima e a expressão dos sentimentos e emoções.
A melhor ajuda que o tratamento dos pacientes, utilizando a música, pode proporcionar, é que ela, como terapia, torna os obstáculos da doença mais amenos e mais fáceis de serem ultrapassados.

Fonte: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/bem-estar-musicoterapia/index.php


Indicações da Musicoterapia
Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de estimular e despertar emoções, reações, sensações e sentimentos.Qualquer pessoa é susceptível de ser tratada com musicoterapia. Ela tanto pode ajudar crianças com deficiência mental, quanto pacientes com problemas motores, aqueles que tenham tido derrame, os portadores de doenças mentais, como o psicótico, ou ainda pessoas com depressão, estressadas ou tensas. Tem servido também para cuidar de aidéticos e indivíduos com câncer. Não há restrição de idade: desde bebês com menos de um ano até pessoas bem idosas, todos podem ser beneficiados.
Particularmente são indicados no autismo e na esquizofrenia, onde a musicoterapia pode ser a primeira técnica de aproximação. A musicoterapia é aplicável ainda em outras situações clínicas, pois atua fundamentalmente como técnica psicológica, ou seja, reside na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, que será o esforço para modificar qualquer patologia física ou psíquica. Pode ser também coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, abrindo canais de comunicação para que estas possam atuar eficazmente.

Fonte:http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/bem-estar-musicoterapia/index.php
O que é Musicoterapia?
Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas.
A Musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento.
Fonte:http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/bem-estar-musicoterapia/index.php
•·.·´¯`Música e Habilidades´¯`·.·•
Música pode entreter, motivar, inspirar e acalmar. Pesquisadores revelam que a música também pode melhorar o modo de pensar e raciocinar, mostrando como o cérebro funciona. Desde a descoberta do "Efeito Mozart", em que o cientista Gordon Shaw descreveu a relação entre a música ativa - desenvolvida e tocada, não apenas aquela que se ouve - e a inteligência, ficou comprovado que a educação musical melhora o desempenho de crianças e adolescentes em testes, e principalmente nos exercícios de lógica e matemática. O raciocínio espacial-temporal envolvem transformam e comparam imagens mentais em espaço e tempo, cruciais na hora de jogar xadrez, resolver equações matemáticas e operar um computador. As pesquisas científicas durante 30 anos na Universidade da Califórnia, já mostravam como esses processos são parecidos com aqueles encontrados na pessoa que toca música. Sabe-se que tocar um instrumento exige muito da audição e da motricidade fina das pessoas, e que a prática musical faz com que o cérebro funcione em rede. Quando se aprende a tocar um instrumento, isso potencializa o aprendizado como um todo, principalmente no que se refere ao raciocínio lógico, memória e noção de espaço. A educação musical deveria estar disponível a todos os estudantes, como parte de um projeto educacional integrado. A melhor época para se aprender a tocar um instrumento é durante o Ensino Fundamental, já que a combinação de disciplina, concentração, socialização e criatividade é uma herança que o aluno deverá cultivar para toda a vida. Hoje, cerca de 70% dos alunos que aprendem música já são crianças maiores e mesmo adolescente. Estudos da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, revelaram que, ao comparar cérebros de músicos e não-músicos, os do primeiro grupo apresentavam maior quantidade de massa cinzenta - principalmente nas regiões responsáveis pela audição, visão e controle motor. E.G.Schellenberg e colaborador, psicólogos da Universidade de Toronto, Canadá submeteram com crianças de ambos os sexos com 10 a 11 anos, a dois tipos de testes: primeiro ouviram músicas pop, músicas de Mozart e palestras sobre música, e depois foram submetidas a um teste em habilidade manuais e espaciais. O grupo de crianças que saiu-se melhor nesses testes eram aquelas que ouviam com prazer a música pop. Segundo os cientistas isso significa que ter prazer em ouvir música também estimula os neurônios.

Fonte: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/bem-estar-musicoterapia/musicoterapia-2.php